sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Depressoras
São drogas que diminuem a atividade mental, fazendo com que o cérebro funcione mais lentamente. Essas substâncias reduzem a tensão emocional, a atenção, a concentração, a capacidade de memorização e a capacidade intelectual. Podem produzir estados de sonolência, embriaguez e até coma, motivo pelo qual não devem ser usadas durante a realização de atividades de alto risco ou complexas, como conduzir veículos.


Bebidas Alcoólicas 
Registros arqueológicos revelam que os primeiros indícios sobre o consumo de álcool pelo ser humano datam de aproximadamente 6000 a.C., sendo, portanto, um costume extremamente antigo e que tem persistido por milhares de anos. A noção de álcool como uma substância divina, Saiba mais...


Solventes ou Inalantes
A palavra solvente significa substância capaz de dissolver coisas, e inalante é toda substância que pode ser inalada, isto é, introduzida no organismo através da aspiração pelo nariz ou pela boca. Saiba mais...


Tranqüilizantes ou Ansiolíticos
Existem medicamentos que têm a propriedade de atuar quase exclusivamente sobre a ansiedade e a tensão. Essas drogas já foram chamadas de tranqüilizantes, Saiba mais...


Calmantes e Sedativos
Sedativos é o nome que se dá aos medicamentos capazes de diminuir a atividade do cérebro, principalmente quando este se encontra em estado de excitação acima do normal. Saiba mais...


Ópio e Morfina
Muitas substâncias com grande atividade farmacológica podem ser extraídas de uma planta chamada Papaver somniferum, conhecida popularmente com o nome de “Papoula do Oriente”. Saiba mais...

marian 30

mariana30

leticia24
leticia24

Drogas Depressoras

No conjunto das drogas depressoras, as mais conhecidas são o álcool, os soníferos, a heroína, a morfina, a cola de sapateiro, os remédios ansiolíticos e antidepressivos (barbitúricos) e seus derivados. Seu principal efeito é retardar o funcionamento do organismo, tornando todas as funções metabólicas mais lentas.

A heroína é uma substância inalável. Excepcionalmente, pode ser injetada, o que leva a um quadro de euforia. Quando inalada, porém, resulta em forte sonolência, náuseas, retenção urinária e prisão de ventre – efeitos que duram cerca de quatro horas. A médio prazo, leva à perda do apetite e do desejo sexual e torna a respiração e os batimentos cardíacos mais lentos. Instalada a dependência, o organismo apresenta forte tolerância, obrigando o usuário a aumentar as doses. A superdosagem pode resultar em coma e morte por insuficiência respiratória.

Os derivados da morfina apresentam efeitos muito parecidos com os da heroína, porém, com características euforizantes menores. Seu efeito depressor é explorado pela Medicina há várias décadas, principalmente no alívio da dor de pacientes com câncer em estado terminal.

Outra preocupação constante dos médicos é o uso abusivo dos antidepressivos, soníferos e ansiolíticos (barbitúricos). Para pessoas que têm doenças psiquiátricas, como as depressões e os distúrbios de ansiedade, estas drogas são extremamente importantes, pois o tratamento adequado atenua o mal-estar e permite que o indivíduo leve uma vida normal. No entanto, só um médico é capaz de identificar quem deve usar e em que dosagem. Como o próprio nome indica, os antidepressivos aliviam a ansiedade e a tensão mental, mas causam danos à memória, diminuição dos reflexos e da função cardiorrespiratória, sonolência e alterações na capacidade de juízo e raciocínio. A conduta do usuário é muito parecida com a do dependente alcoólico. Em pouco tempo, estas drogas causam dependência, confusão, irritabilidade e sérias perturbações mentais.
catarina 9

Quanto se pode beber sem fazer mal?

Para saber os riscos e os danos que uma droga (o álcool ou qualquer outra) provoca é necessário pensar em três pontos importantes: as características e condições da pessoa, a circunstância em que consome e a quantidade e efeitos potenciais da droga.
Vamos analisar estes fatores com relação ao álcool.
Os riscos serão maiores se a pessoa for uma criança ou adolescente ou se tiver problemas de saúde. Nestes casos qualquer quantidade poderá fazer mal, sendo desaconselhado o uso.
Tratando-se de um adulto saudável, existem alguns fatores a serem considerados. Beber em situações que exigem concentração, lucidez e coordenação motora acarreta grandes riscos. Isso é demonstrado pela ocorrência de acidentes associados aos efeitos do álcool: quedas, afogamentos, atropelamentos, atos de violência (sofrida ou provocada pelo usuário), além dos acidentes com veículos ou máquinas.
A quantidade de bebida considerada “segura” depende do estado de ânimo da pessoa. Quando se está excessivamente deprimido ou eufórico é mais difícil controlar a quantidade e a rapidez do consumo.
Outro fator e a considerar é da massa corporal do consumidor. Quanto maior o peso, maior a tolerância. Mulheres, devido à proporção de gordura corpórea, têm menor tolerância que os homens, mesmo com peso semelhante.
O número de doses de bebida que implica em riscos pode ser medida em “unidades de álcool”. Mas é importante considerar que as bebidas contêm quantidades diferentes de álcool puro:
1 lata de cerveja (350 ml) = 1,5 unidade de álcool (cerca de 4,5% de álcool) 1 copo de cerveja ou chopp (200 ml) = 1unidade de álcool (cerca de 4,5% de álcool) 1 copo de vinho (90 ml) = 1 unidade de álcool (cerca de 12% de álcool) 1 dose (50 ml) de destilado (pinga, whisky, vodka) = 2,5 unidades de álcool (entre 40% e 50% de álcool).
Considerando uma pessoa saudável, de peso médio, os riscos serão menores se o consumo numa mesma ocasião não ultrapassar 2 unidades de álcool para mulheres e 3 unidades de álcool para homens. Em uma semana, o consumo não deve ultrapassar 14 unidades para as mulheres e 21 para homens.
A absorção do álcool será menor e mais lenta se a pessoa fizer uma refeição completa antes de beber. O consumo de água, intercalado ao de álcool, ajuda a diminuir a sede e consequentemente o a ingestão de bebida alcoólica.
O álcool é uma droga depressora do sistema nervoso central (álcool) e pode estar associado a problemas de saúde física ou mental e ao desenvolvimento da dependência. Mas, dependendo das condições pessoais, da ocasião e da quantidade, pode ser consumido com riscos menores. É importante que cada pessoa conheça seus limites e, se decidir ingerir álcool, tome os cuidados necessários para que uma confraternização ou comemoração não seja seguida de problemas e sim de alegria e do estreitamento de relações afetivas saudáveis.




Postado por Catarina de Barros n°9 e Bruna Minervino n°7

Drogas depressoras ,O que são?


Catarina de Barros n°9


quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Exemplos de Drogas Depressoras


Postagem e autoria de Bruna Minervino Nº7

SOLVENTES e INALANTES - Drogas Depressoras

SOLVENTES e INALANTES - Drogas Depressoras

Definição:

A palavra solvente significa substância capaz de dissolver coisas, e inalante é toda substância que pode ser inalada, isto é, introduzida no organismo através da aspiração pelo nariz ou pela boca. Em geral, todo solvente é uma substância altamente volátil, ou seja, evapora-se muito facilmente, por esse motivo pode ser facilmente inalado. Outra característica dos solventes ou inalantes é que muitos deles (mas não todos) são inflamáveis, quer dizer, pegam fogo facilmente. Um número enorme de produtos comerciais, como esmaltes, colas, tintas, tíneres, propelentes, gasolina, removedores, vernizes etc., contém esses solventes.

Eles podem ser aspirados tanto involuntária (por exemplo, trabalhadores de indústrias de sapatos ou de oficinas de pintura, o dia inteiro expostos ao ar contaminado por essas substâncias) quanto voluntariamente (por exemplo, a criança de rua que cheira cola de sapateiro, o menino que cheira em casa acetona ou esmalte, ou o estudante que cheira o corretivo Carbex® etc.). Todos esses solventes ou inalantes são substâncias pertencentes a um grupo químico chamado de hidrocarbonetos, como o tolueno, xilol, n-hexano, acetato de etila, tricloroetileno etc. Para exemplificar, eis a composição de algumas colas de sapateiro vendidas no Brasil: Cascola® – mistura de tolueno + n-hexano®; Patex Extra® – mistura de tolueno com acetato de etila e aguarrás mineral; Brascoplast® – tolueno com acetato de etila e solvente para borracha.

Em 1991, uma fábrica de cola do interior do Estado de São Paulo fez ampla campanha publicitária afirmando que finalmente havia fabricado uma cola de sapateiro “que não era tóxica e não produzia vício”, porque não continha tolueno. Essa indústria teve um comportamento reprovável, além de criminoso, já que o produto anunciado ainda continha o solvente n-hexano, sabidamente bastante tóxico. Um produto muito conhecido no Brasil é o “cheirinho” ou “loló”, também conhecido como “cheirinho da loló”. Trata-se de um preparado clandestino (isto é, fabricado não por um estabelecimento legal, mas, sim, por pessoas do submundo), à base de clorofórmio mais éter, utilizado somente para fins de abuso.

Mas já se sabe que, quando esses “fabricantes” não encontram uma daquelas duas substâncias, eles misturam qualquer outra coisa em substituição. Assim, em relação ao “cheirinho da loló” não se conhece bem sua composição, o que complica quando se tem casos de intoxicação aguda por essa mistura. Ainda, é importante chamar a atenção para o lança-perfume. Esse nome designa inicialmente aquele líquido que vem em tubos e que se usa no Carnaval. À base de cloreto de etila ou cloretila, é proibida sua fabricação no Brasil e só aparece nas ocasiões de Carnaval, contrabandeada de outros países sul-americanos. Mas cada vez mais o nome lança-perfume é também utilizado para designar o “cheirinho da loló” (os meninos de rua de várias capitais brasileiras já usam estes dois nomes – cheirinho e lança – para designar a mistura de clorofórmio e éter).
mariana 30http://odontologiadotrabalhotoscano.blogspot.com/feeds/posts/default?alt=rss"
          -              
mariana 30

O ÁLCOOL - SUBSTÂNCIA DEPRESSORA DO SISTEMA NERVOSO CENTRAL


História

Desde sempre que os humanos consomem álcool. As primeiras bebidas foram descobertas sem intenção, principalmente através da fermentação natural das frutas. Alguns autores estão de acordo quanto ao facto de que as primeiras bebidas alcoólicas terem sido elaboradas no Egipto em 5000-6000 A.C..

As bebidas destiladas são as mais recentes, mas, mesmo assim, existem referências da sua existência na China no ano 1000 A.C.. Na Europa surgem no ano de 800 A.C. e são os europeus que o levam para a América.

O álcool, nas sociedades humanas apresenta duas funções fundamentais: consumimos álcool em ocasiões sociais importantes (casamentos, nascimentos, baptizados), consumo este socialmente aceite e outro, o consumo excessivo que se conhece desde sempre e que tem sido fonte de graves problemas nas diferentes sociedades.

Desde sempre que tem havido uma ambivalência em relação ao consumo de álcool (o seu consumo social é aceite mas, o consumo excessivo é objecto de punição).


Farmacologia

O álcool é um depressor do Sistema Nervoso Central (SNC). Altera a anatomia das membranas celulares, e, como resultado, reduz a eficiência da condução neuronal, inibindo a sua transmissão. Investigações recentes têm assinalado que o álcool actua sobre os receptores específicos GABA-benzodiazepínicos, no entanto, estabelecer um único mecanismo dos seus efeitos é muito difícil, porque esta droga afecta todos os sistemas neuroquímicos e todos os sistemas endócrinos. 


Farmacocinética

O álcool tem que passar do estômago ao intestino delgado para que possa haver uma absorção rápida, apesar de que pode também ser absorvido através dos pulmões e a nível subcutâneo. O álcool, tal como outras drogas, é absorvido de maneira diferente pelas diferentes pessoas, dependendo de diferenças biológicas individuais e de factores situacionais.

Os maiores factores que influenciam a absorção são aqueles que influem no trânsito do álcool pelo estômago e pelo intestino. Assim, quando comemos, atrasamos a absorção do álcool.

Outro factor é o ritmo a que se bebe. Beber de uma forma rápida determina uma absorção rápida. As bebidas com uma alta concentração de álcool (como o whisky) são absorvidas mais rapidamente que as de baixa concentração. As bebidas carbonatadas são absorvidas mais rapidamente do que as não carbonatadas, o que explica por exemplo o efeito apreciável de uma taça de champanhe com o estômago vazio e o efeito reduzido que um copo de vinho produz às refeições.

Tendo em conta estes factores, o tempo entre deixar de beber e o pico de concentração do álcool no sangue, pode oscilar entre 30 a 90 minutos.
bruna 41http-equiv="Content-Type" content="text/html; charset=iso-8859-1">
catarina;9