quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Drogas Depressoras

Drogas Depressoras

Álcool:

                Sabemos que o uso de álcool faz parte da história da humanidade e também da nossa própria cultura. Várias pessoas bebem pouco, em ocasiões sociais para brindar ou acompanhando uma refeição de uma maneira que não desencadeia problemas. Esse fato dificulta lidar com outra situação:
                Para cerca de 30% das pessoas, o uso de bebidas alcoólicas é feito de modo exagerado, abusivo e gera muitos problemas, podendo levar à dependência.

Dose padrão

                O álcool está presente em diferentes quantidades nas bebidas alcoólicas. As bebidas fermentadas, como a cerveja e o vinho, têm menor quantidade de álcool do que as bebidas destiladas, como a cachaça (pinga), o uísque e a vodka.
                Uma dose padrão de álcool é uma quantidade de bebida alcoólica que contém cerca de 17 ml de álcool (etanol) puro. Como a concentração das bebidas é diferente, quando alguém bebe uma dose pequena de pinga (40 ml) está bebendo a mesma quantidade de álcool que existe em uma lata de cerveja (340 ml). Dependendo da quantidade de bebida, da concentração e do tempo que a pessoa demorou a beber, ela irá ter uma determinada quantidade de álcool no sangue.
Para uma pessoa de 70 kg, o consumo de uma dose padrão leva a umaconcentração de álcool no sangue de aproximadamente 0,20 g/L, de duas doses-padrão a 0,44 g/L e de três doses-padrão a 0,66 g/L. Estes níveis podem variar de pessoa para pessoa, dependendo do seu peso e gênero (mulheres são mais sensíveis e atingem níveis mais altos com menores quantidades).
• 1 garrafa de vinho (750 ml) = 5 doses-padrão
• 1 garrafa de destilado (pinga, uísque ou vodka) (750 ml) = 20 doses-padrão
                De acordo com o antigo Código de Trânsito o motorista podia se negar a fazer o teste do bafômetro. Mas, de acordo com o novo Código, caso o motorista se recuse a soprar o bafômetro ou se negue a fazer outros exames para atestar a embriaguez, ele poderá sofrer a mesma penalidade destinada à pessoa comprovadamente alcoolizada: infração gravíssima (7 pontos), multa, apreensão do veículo e recolhimento do documento de habilitação, se o agente de trânsito considerar sinais “notórios” de embriaguez.

Ação no organismo

Vejamos o que acontece com o álcool no organismo. Os seguintes fatores influenciam a ação do álcool:
•a frequência da ingestão
•a quantidade de álcool ingerida
•a quantidade de álcool absorvida
•sua distribuição pelos tecidos do organismo
•a sensibilidade individual dos diferentes tecidos e órgãos
•a velocidade de metabolização
                A maior parte (90%) do álcool bebido é metabolizada no fígado, transformando-se numa substância chamada acetaldeído. Esta substância pode afetar a pressão arterial, os batimentos cardíacos e causar rubor facial (a pessoa fica com o rosto vermelho), enjoos e vômitos. Muitos efeitos observados após a ingestão de bebidas alcoólicas são, na verdade, efeitos do acetaldeído, que permanece no sangue por mais tempo do que o álcool.

Efeitos do álcool no Sistema Nervoso Central

                Faz diferença beber lentamente ou rapidamente? Como o organismo só é capaz de eliminar UMA dose padrão por hora, se a pessoa beber várias doses seguidas seu organismo vai acumular mais álcool no sangue do que consegue eliminar. Algumas formas de beber, como brincadeiras de “vira-vira-vira”, aumentam muito rapidamente os níveis de álcool no sangue.
  bruna:41

DEPRESSORAS



BEBIDAS ALCOÓLICAS


Álcool EtílicoEtanol 
Fermentados (vinho, cerveja)
Destilados (pinga, uísque, vodca)



Aspectos históricos

Registros arqueológicos revelam que os primeiros indícios sobre o consumo de álcool pelo ser humano datam de aproximadamente 6000 a.C., sendo, portanto, um costume extremamente antigo e que tem persistido por milhares de anos. A noção de álcool como uma substância divina, por exemplo, pode ser encontrada em inúmeros exemplos na mitologia, sendo talvez um dos fatores responsáveis pela manutenção
do hábito de beber, ao longo do tempo. Inicialmente, as bebidas tinham conteúdo alcoólico relativamente baixo, como, por exemplo, o vinho e a cerveja, já que dependiam exclusivamente do processo de fermentação. Com o advento do processo de destilação, introduzido na Europa pelos árabes na Idade Média, surgiram novos tipos de bebidas alcoólicas, que passaram a ser utilizadas em sua forma destilada. Nessa época, esse tipo de bebida passou a ser considerado um remédio para todas as doenças, pois “dissipavam as preocupações mais rapidamente que o vinho e a cerveja, além de produzirem um alívio mais eficiente da dor”, surgindo, então, a palavra uísque (do gálico usquebaugh, que significa “água da vida”).
    A partir da Revolução Industrial, registrou-se grande aumento na oferta desse tipo de bebida, contribuindo para um maior consumo e, conseqüentemente, gerando aumento no número de pessoas que passaram a apresentar algum tipo de problema decorrente do uso excessivo de álcool.

Aspectos gerais

    Apesar do desconhecimento por parte da maioria das pessoas, o álcool também é considerado uma droga psicotrópica, pois atua no sistema nervoso central, provocando mudança no comportamento de quem o consome, além de ter potencial para desenvolver dependência.
    O álcool é uma das poucas drogas psicotrópicas que tem seu consumo admitido e até incentivado pela sociedade. Esse é um dos motivos pelos quais ele é encarado de forma diferenciada, quando comparado com as demais drogas.
    Apesar de sua ampla aceitação social, o consumo de bebidas alcoólicas, quando excessivo, passa a ser um problema. Além dos inúmeros acidentes de trânsito e da violência associada a episódios de embriaguez, o consumo de álcool a longo prazo, dependendo da dose, freqüência e circunstâncias, pode provocar um quadro de dependência conhecido como alcoolismo.              Dessa forma, o consumo inadequado do álcool é um importante problema de saúde pública, especialmente nas sociedades ocidentais, acarretando altos custos para a sociedade e envolvendo questões médicas, psicológicas, profissionais e familiares.

Efeitos agudos

     A ingestão de álcool provoca diversos efeitos, que aparecem em duas fases distintas: uma estimulante e outra depressora.
Nos primeiros momentos após a ingestão de álcool, podem aparecer os efeitos estimulantes, como euforia, desinibição e loquacidade (maior facilidade para falar).
    Com o passar do tempo, começam a surgir os efeitos depressores, como falta de coordenação motora, descontrole e sono. Quando o consumo é muito exagerado, o efeito depressor fica exacerbado, podendo até mesmo provocar o estado de coma.
   Os efeitos do álcool variam de intensidade de acordo com as características pessoais.
Por exemplo, uma pessoa acostumada a consumir bebidas alcoólicas sentirá os efeitos do álcool com menor intensidade, quando comparada com outra que não está acostumada a beber. Um outro exemplo está relacionado à estrutura física: a pessoa com estrutura física de grande porte terá maior resistência aos efeitos do álcool.
    O consumo de bebidas alcoólicas também pode desencadear alguns efeitos desagradáveis, como enrubecimento da face, dor de cabeça e mal-estar geral. Esses efeitos são mais intensos para algumas pessoas cujo organismo tem dificuldade de metabolizar o álcool. Os orientais, em geral, têm maior probabilidade de sentir esses efeitos. 

Álcool e trânsito

A ingestão de álcool, mesmo em pequenas quantidades, diminui a coordenação motora e os reflexos, comprometendo a capacidade de dirigir veículos ou operar outras máquinas. Pesquisas revelam que grande parte dos acidentes é provocada por motoristas que haviam bebido antes de dirigir. Nesse sentido, segundo a legislação brasileira (Código Nacional de Trânsito, que passou a vigorar em janeiro de 1998), deverá ser penalizado todo motorista que apresentar mais de 0,6g de álcool por litro de sangue. A quantidade de álcool necessária para atingir essa concentração no sangue é equivalente a beber cerca de 600ml de cerveja (duas latas de cerveja ou três copos de chope), 200ml de vinho (duas taças) ou 80ml de destilados (duas doses). 
catarina:9

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Cola de sapateiro

Cola de Sapateiro

A cola de sapateiro é um produto tóxico, volátil, possui substâncias classificadas entre as drogas inalantes, sua composição química tem solvente hidrocarboneto aromático, ou seja, o tolueno, que é o seu ingrediente ativo, e seus similares químicos.

Segundo uma pesquisa realizada em 2000 pelo Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas a cola de sapateiro é a terceira droga mais consumida no Brasil, perdendo somente para o tabaco e o álcool.
O solvente encontrado na cola de sapateiro causa tolerância ao usuário, ou seja, para se obter o efeito desejado recorre-se à quantidades cada vez maiores do produto ou procuram-se substâncias ainda mais fortes para se alcançar o mesmo resultado, além de possivelmente causar também a dependência química.
Efeitos
São similares aos do álcool, onde à princípio tem-se uma estimulação inicial e euforia, podendo apresentar quadros de alucinações, perda da coordenação motora, seguindo-se de uma depressão, e em casos mais graves, no caso de intoxicação, vômitos e coma.
Quando o uso é crônico, de acordo com os cientistas, os solventes poderão afetar o cérebro do usuário de forma semelhante à cocaína, levando à destruição de neurônios e causando danos irreversíveis, causam ainda lesões nos rins, no fígado, na medula óssea, e degeneração progressiva nos nervos periféricos, os quais controlam os músculos.
Proibição
A cola de sapateiro tem sido utilizada por crianças, adolescentes e até por adultos de forma destruidora, afetando estruturas vitais de indivíduos em desenvolvimento, seu futuro, sua vida social e familiar.
Segundo dados do Ministério Público, Depto. da Coordenadoria da Infância e da Juventude, os atos infracionais cometidos por adolescentes sob efeito de cola de sapateiro são surpreendentemente superiores aos demais e de acordo com o artigo 243 vender cola de sapateiro à menor é crime! O mesmo diz:
Art. 243. Vender, fornecer ainda que gratuitamente, ministrar ou entregar, de qualquer forma, a criança ou adolescente, sem justa causa, produtos cujos componentes possam causar dependência física ou psíquica, ainda que por utilização indevida.
Pena: detenção de 06 (seis meses) à 2 (dois) anos, e multa, se o fato não constituir crime mais grave.
De acordo com a legislação, desde o dia 15 de junho de 2006 a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) fixou novas regras para a venda de cola de sapateiro, ficando proibida a venda para menores de 18 anos, sendo que no Brasil existem leis federais e decretos municipais que visam regrar a venda de inalantes.
Você pode ajudar!
Inegavelmente as drogas são hoje, um problema mundial de Saúde Pública, seus estragos são evidentes nas famílias, escolas, convívio social, comunidades, etc.
Sendo assim, uma das formas de auxílio ao combate ao uso deste solvente seria denunciando os infratores e ainda multiplicando as informações sobre os danos que causa, fazendo com que haja uma maior conscientização da população sobre os riscos, e portanto, auxiliando-se no cumprimento da legislação vigente.
Fontes
- Ministério Público do Estado do Acre
Artigo sobre Projeto de Lei relacionado à Cola de Sapateiro
- (ACS) Agência Central Sul de Notícias – 17/07/2006
Spali, Carlos F., Dutra, Paulo A.

Autoria: Leticia número 24
Postado:Leticia número 24
Fonte: http://www.infoescola.com/drogas/cola-de-sapateiro/

Alcool

Álcool é uma droga mais problemática que o crack, dizem médicos

Chamados ao Senado para falar sobre problemas com drogas, especialmente o crack, médicos e psiquiatras, além de todos os representantes das comunidades terapêuticas, foram unânimes em alertar que o grande peso para a saúde pública é a dependência de álcool.

Droga legal, álcool é vendido livremente no país: 16% dos adolescentes dizem beber em grandes quantidades. Foto: Felipe Barra
“Embora ainda não tenhamos dados confiáveis sobre o crack, o aumento da visibilidade não corresponde à magnitude do problema. Os problemas relacionados ao álcool são, de longe, muito mais significativos. O número de pessoas envolvidas e o custo econômico em relação ao álcool são infinitamente superiores aos do crack”, afirmou o psiquiatra Roberto Kinoshita, coordenador da área de Saúde Mental, Álcool e Outras Drogas do Ministério da Saúde.
“Notoriamente, o álcool representa a maior preocupação em relação à drogadição, por uma questão estatística irrefutável”, reforçou o vice-presidente do CFM, Carlos Vital Corrêa Lima.
“Acho que pedagogia é adotar a mesma atitude diante da substância predominante dos adultos [álcool]”, sugere o psiquiatra Carlos Alberto Salgado. Ele considera um paradoxo a sociedade brasileira se indignar tanto com a presença e a disponibilidade brutal do crack e ter uma atitude permissiva com relação ao álcool. Salgado lembra que, além dos danos causados ao organismo, o álcool é responsável por grandes prejuízos à sociedade, como no caso dos milhares de acidentes e vítimas fatais, causados por motoristas bêbados, principalmente nos feriados nas estradas brasileiras.
As afirmações se sustentam em todos os levantamentos realizados, que apontam o álcool como a droga mais consumida. Em 2007, Senad e Unifesp fizeram o 1º Levantamento Nacional sobre os Padrões de Consumo de Álcool na População, segundo o qual a primeira experiência com álcool ocorre antes dos 14 anos. Cerca de 16% dos adolescentes entrevistados relataram beber pesado, o que aumenta riscos sociais e de saúde.
Um dos capítulos do estudo – “Como Bebem os Adolescentes Brasileiros” – concluiu que 24% dos adolescentes bebem pelo menos uma vez por mês, sendo que 10%, em quantidades consideradas “arriscadas”. Mais que isso, 13% dos adolescentes apresentam intenso consumo de álcool (índice que chega a 17% entre os meninos).
Outra pesquisa, Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico, do Ministério da Saúde, de abril de 2011, mostra que o percentual da população adulta que consumiu álcool em excesso nos 30 dias anteriores à pesquisa passou de 16,2%, em 2006, para 18% em 2010 (26,8% dos homens e 10,6% das mulheres).
Despertador
Ainda assim, senadores e médicos acreditam que a disseminação do crack serve para que haja uma mobilização maior com relação à dependência química.
“O crack, infelizmente, serviu para que a sociedade acordasse. Com 35 anos de formado, ouço colegas me dizerem 'Vocês têm que fazer alguma coisa!'. A exacerbação serviu para que o Congresso e a sociedade se mobilizassem para enfrentar o crack. A gente tem que entender a necessidade de enfrentar a dependência química”, pondera o senador Waldemir Moka.
O médico Ricardo Paiva entende que é importante abordar o crack de maneira específica. “Segundo a ONU, a droga cuja incidência mais aumentou nos países ricos foram os estimulantes do sistema nervoso central [ecstasy e anfetaminas], diz".

agora voce ainda vai querer saber de alcool ou de crack
Autoria: Letícia número 24
Postado: Letícia número 24
Fonte: http://www.senado.gov.br/noticias/Jornal/emdiscussao/dependencia-quimica/aumento-do-consumo-de-drogas/alcool-e-uma-droga-mais-problematica-que-o-crack-dizem-medicos.aspx

O que são drogas depressivas?

As drogas depressivas, têm como objectivo principal, retardar o funcionamento do organismo, tornando todas as funções metabólicas mais lentas. No conjunto das drogas depressoras, as mais conhecidas são o álcool, os soníferos, a heroína, a morfina, a cola de sapateiro, os remédios ansiolíticos e antidepressivos (barbitúricos) e seus derivados.

postagem:leticia
ESMALTE E ACETONA

Droga: O esmalte e a acetona são itens encontrados na posse da maioria esmagadora das mulheres. O Esmalte é nada mais do que um verniz que é usado para fins estéticos ou até mesmo para proteção das unhas, seu uso é registrado desde 3500 a.c.segundo a wikipédia. Já a acetona, que é usada para remover o esmalte das unhas, é um solvente inflamável utilizado para os mais diversas
Efeito:acetona causa euforia e depressão, é classificada como droga psicotrópica(que afeta o comportamento). Pode causar uma arritmia cardíaca quando a pessoa pratica exercício sob efeitos da droga. Seu efeito é rápido, bastam alguns segundos, e pode durar até 40 minutos dependendo do organismo.

Já no esmalte, podemos encontrar muitas substâncias químicas nocivas se ingeridas e inaladas: polimetilacrilato, resinas de plástico; esteralcômio de hectorita, nitrocelulose; copolímetro de etileno etc. Essa combinação causa alucinações, dificuldade para respirar e descontrole, podendo matar a pessoa de insuficiência respiratória dependendo do nível de intoxicação. finalidades.


postagem:leticia

drogas depressoras: Álcool - Efeitos

drogas depressoras: Álcool - Efeitos: FONTE: http://www.youtube.com/watch?v=EJSWUL7Njmg

drogas depressoras


Informações sobre Drogas 

Ópiáceos 


Nomes comerciais: Dimorf, Morfina,Tintura de ópio; Elixir paregórico, Dover, Belacoclid, Belpar, Codein Codelasa, Binelli, Naquinto, Setux, Tussaveto, Tussodina, Tylex, Pastilhas Veabon, Pastilhas Warton, Benzotiol, Dolantina, Demerol, Meperidina, Algafan, Doloxene A, Febutil, Previum, Compositum, Femidol, Fentanil, Inoval, Metadon.
Outros nomes: Heroína, Metadona, Codeína, Meperidina ou Petidina, Propoxifeno, Fentanil, Papoula do Oriente, Opiáceos, Opióides, Pó de ópio
Sobre a substância – Os opiáceos são drogas depressoras da atividade do sistema nervoso central, isto é, fazem o cérebro funcionar mais lentamente, deixando as pessoas mais “lentas”, “desligadas”, com “mais sono”, “relaxadas”. São extraídas da planta Papaver somniferum, conhecida popularmente com o nome de “Papoula do Oriente”. Podem ser opiáceos naturais quando não sofrem nenhuma modificação (morfina, codeína), opiáceos semi-sintéticos quando resultantes de modificações parciais das substâncias naturais (como é o caso da heroína) ou sintéticos (como a meperidina que compõe a Dolantina).
Usos – Os usuários entram em um estado de torpor e esquecem qualquer preocupação ou problema. A intensidade é proporcional à potência do opióide usado e da dose. A dose necessária para o efeito desejado pode ser pequena, ou seja, algumas dessas drogas são bastante potentes, como, por exemplo, a morfina e a heroína. Outras necessitam de doses 5 a 10 vezes maiores para produzir os mesmos efeitos, como a codeína e a meperidina.
Formas de uso – Dependendo da forma como são apresentados, os opiáceos podem ser injetados (quando em pó), engolidos (como comprimidos ou xaropes), fumadas, ou o que é raro em nosso país, apresentados como planta natural.
Efeitos – Além de deprimir os centros da dor, da tosse e da vigília (o que causa sono), todas essas drogas, em doses um pouco maiores que a terapêutica recomendável, acabam também por deprimir outras regiões do cérebro, como as que controlam a respiração, os batimentos do coração e a pressão do sangue.
Duração do efeito – O efeito pode começar em segundos se a droga for injetada ou fumada. Ou demorar alguns minutos se a droga for cheirada ou ingerida. O efeito pode durar, em geral, de duas a seis horas.
Perigos para a saúde 
- Pode causar overdose mesmo quando usada pela primeira vez, por desacelerar a respiração, o que pode levar à morte.
- Causam dependência em poucas semanas. Mesmo quando usadas por prescrição médica.
- Se as drogas são retiradas repentinamente causam a síndrome de abstinência, que é muito dolorosa e bastante intensa: suor, lacrimejamento, inquietação, irritação, febre, náuseas, cólicas, vômitos e muitos outros desconfortos graves.
- Uso injetado é de risco para outras infecções como o HIV e hepatites.
Redução de danos- Quando houver risco de overdose deve ser procurado um serviço de emergência.
- Misturas podem ser perigosas - usar opióides concomitantemente a outras drogas depressoras como o álcool e sedativos pode ser de alto risco para overdose.
- O uso injetável deve ser sempre com agulhas e seringas novas e descartáveis para evitar o risco de infecção.
- Em vários países se oferece tratamento de substituição por metadona, que é um opióide, mas que por ser em doses controladas possibilita a reorganização da vida do usuário.

autoria;mariana 30
postagem;mariana 30
Pense na su familia
Depressores do SNC

Os Depressores da Atividade do Sistema Nervoso Central (SNC), referem-se ao grupo de substâncias que diminuem a atividade do cérebro, ou seja, deprimem o seu funcionamento, fazendo com que a pessoa fique "desligada", "devagar", desinteressada pelas coisas.
Este grupo de substâncias é também chamado de psicolépticos.
As substâncias que compõem o grupo de Depressores do SNC são:
postado por mariana 30
ENTREVISTA
Eu:Você bebe alguma bebida álcolica?
José Luís:Sim
Eu:O que você bebe?
José Luís:Cerveja
Eu:E você bebe em grandes quantidades?
José Luís:Sim,diáriamente bebo umas 5 ou 6 latas
Eu:E com quantos anos você começou a beber?
José Luís:Não tenho certeza,acho que com uns 20
Eu:E quantos anos você tem hoje?
José Luís:Tenho 43
Eu:E você sabe o que isso pode causar em você?
José Luís:Sim
Eu:E então porque você bebe?
José Luís:Porque um dia experimentei e depois não quis mais parar
Eu:E você se arrepende?
José Luís:Com certeza
Eu:E você pensa em parar?
José Luís:Sim,mas não consigo.
Eu:Obrigada pela atenção,já acabamos
postagem; mariana30


Álcool
1. Histórico do álcool e Tipos de Bebidas
Embora seja uma droga, freqüentemente o álcool não é considerado como tal, principalmente pela sua grande aceitação social e mesmo religiosa. Pode-se observar nas obras gregas, mitos sobre a criação do vinho. Com destaque para as figuras de Dioniso, Icário e o Rei Anfictião protagonizando a visão grega sobre o uso do vinho (álcool). Nos dias de hoje, é prática em muitas famílias a "iniciação" das crianças no consumo do álcool. A permissividade ao álcool leva à falsa crença de inocência do uso do álcool, mas o consumo excessivo tem se tornado um dos principais problemas das sociedades modernas.
O álcool contido nas bebidas é cientificamente conhecido como etanol, e é produzido através de fermentação ou destilação de vegetais como a cana-de-açúcar, frutas e grãos. O etanol é um líquido incolor. As cores das bebidas alcóolicas são obtidas de outros componentes como o malte ou através da adição de diluentes, corantes e outros produtos.
No Brasil, há uma grande diversidade de bebidas alcóolicas, cada tipo com quantidade diferente de álcool em sua composição. Alguns exemplos:
Bebida
Porcentagem de Álcool
Cerveja
5%
Cerveja "light"
3,5%
Vinho
12%
Vinhos fortificados
20%
Uísque, Vodka, Pinga
40%

2. O que o álcool faz no organismo?
O álcool é absorvido principalmente no intestino delgado, e em menores quantidades no estômago e no cólon. A concentração do álcool que chega ao sangue depende de fatores como: quantidade de álcool consumida em um determinado tempo, massa corporal, e metabolismo de quem bebe, quantidade de comida no estômago.
Quando o álcool já está no sangue, não há comida ou bebida que interfira em seus efeitos. Num adulto, a taxa de metabolismo do álcool é de aproximadamente 8,5g de álcool por hora, mas essa taxa varia consideravelmente entre indivíduo.
Os efeitos do álcool dependem de fatores como: a quantidade de álcool ingerido em determinado período, uso anterior de álcool e a concentração de álcool no sangue. O uso do álcool causa desde uma sensação de calor até o coma e a morte dependendo da concentração que o álcool atinge no sangue. Os sintomas que se observam são:
  • Doses até 99mg/dl: sensação de calor/rubor facial, prejuízo de julgamento, diminuição da inibição, coordenação reduzida e euforia;
  • Doses entre 100 e 199mg/dl: aumento do prejuízo do julgamento, humor instável, diminuição da atenção, diminuição dos reflexos e incoordenação motora;
  • Doses entre 200 e 299mg/dl: fala arrastada, visão dupla, prejuízo de memória e da capacidade de concentração, diminuição de resposta a estímulos, vômitos;
  • Doses entre 300 e 399mg/dl: anestesia, lapsos de memória, sonolência;
  • Doses maiores de 400mg/dl: insuficiência respiratória, coma, morte.
Um curto período (8 a 12 horas) após a ingestão de grande quantidade de álcool pode ocorrer a "ressaca", que caracteriza-se por: dor de cabeça, náusea, tremores e vômitos. Isso ocorre tanto devido ao efeito direto do álcool ou outros componentes da bebida. Ou pode ser resultado de uma reação de adaptação do organismo aos efeitos do álcool.
 A combinação do álcool com outras drogas (cocaína, tranqüilizantes, barbituratos, antihistamínicos) pode levar ao aumento do efeito, e até mesmo à morte.
 O efeitos do uso prolongado do álcool são diversos. Dentre os problemas causados diretamente pelo álcool pode-se destacar doenças do fígado, coração e do sistema digestivo. Secundariamente ao uso crônico abusivo do álcool, observa-se: perda de apetite, deficiências vitamínicas, impotência sexual ou irregularidades do ciclo menstrual.
3. Tolerância e Dependência ao álcool
O uso regular do álcool torna a pessoa tolerante a muitos dos seus efeitos, sendo necessário maior consumo para o indivíduo apresentar os mesmos efeitos iniciais.
A dependência física ocorre em consumidores de grandes doses de álcool. Como já estão adaptados à presença do álcool, esses indivíduos podem sofrer sintomas de abstinência quando param de beber. Os sintomas de abstinência são: nervosismo ou irritação, sonolência,  sudorese, diminuição do apetite, tremores, convulsões e alucinações.
Pode-se desenvolver a dependência psicológica com um uso regular do álcool, mesmo que em pequenas quantidades. Nesse tipo de dependência há um desejo persistente de consumir álcool e sua falta pode desencadear quadros ansiosos ou mesmo de pânico.
4. Álcool e Gravidez
O consumo de álcool durante a gravidez expõe a criança aos efeitos do álcool. O mais grave desses efeitos é a Síndrome Fetal pelo Álcool, cujas características incluem: retardo mental, deficiência de crescimento, deformidade facial e de cabeça, anormalidades labiais e defeitos cardíacos.
5. Fatos Interessantes Sobre o Álcool
1) Epidemiologia do uso (quem usa, onde, situação)
2) Acidentes de trânsito relacionados ao uso de álcool
3) O álcool e o trabalho
4) Custos hospitalares creditados ao uso do álcool
5) Leis sobre o uso do álcool
6) Fontes de dados
postado por mariana30

O QUE SÃO DROGAS DEPRESSORAS?


As drogas depressoras são classificadas como lícitas porque a maioria delas é produzida e comercializada com finalidades medicinais. São elas: o álcool, sedativos, hipnóticos não barbitúricos, barbitúricos e opióides. O efeito dessas substâncias é a diminuição da velocidade do funcionamento cerebral.

Como já vimos, a ingestão de bebidas alcoólicas em grande quantidade é prejudicial e causa dependência. A cerveja, os vinhos, licores e todos os destilados se incluem nesta categoria. Seu principal componente é o etanol, resultado da fermentação de vegetais, frutas e grãos. O etanol é um liquido incolor, absorvido pelo intestino delgado e, em menor quantidade pelo estômago e cólon. Por isso, entra rapidamente na corrente sanguínea. Os efeitos do etanol se tornam mais visíveis dependendo da quantidade alcoólica ingerida, da massa corporal dos sujeitos e da quantidade de comida no estômago. Porém, se o álcool já está no sangue, não há o que amenize seus efeitos. O uso abusivo de álcool pode provocar desde uma sensação de calor até o coma ou a morte.

O uso do álcool causa desde uma sensação de calor até o coma e a morte dependendo da concentração que o álcool atinge no sangue. A ingestão de álcool associada ao consumo de outras drogas ou o inverso disto pode levar ao aumento dos efeitos e causar morte. O período de abstinência provoca nervosismo ou irritação, sonolência, sudorese, diminuição do apetite, tremores, convulsões e alucinações.

Faz parte deste grupo uma lista de medicamentos usados como sedativos do grupo dos “não barbitúricos”.  Seu componente principal é um agente que substitui os barbitúricos. E podem ser classificadas como benzodiazepínicos, paraldeídos e brometos. Embora tenham uso restrito, o consumo excessivo destes medicamentos provoca a dependência.

A função dos benzoadiazepínicos é atuar na inibição de determinados neurotransmissores cerebrais fazendo a atividade cerebral tornar-se mais lenta. Sonolência, tonteiras, prostração, falta de coordenação motora, confusões mentais, amnésia de ações quase imediatas, mudanças no sono são efeitos comuns e esperados. No entanto, podem ainda aparecer efeitos colaterais: dores de cabeça, fraquezas, visão turva, vertigens, náuseas e vômitos, desconforto epigástrico, diarréias, dores torácicas e articulares e a incontinência urinária. Ingeridos em quantidades excessivas provocam a inconsciência, o coma e a diminuição da capacidade respiratória e cardiovascular (que pode levar à morte). Esta substância está presente nos seguintes medicamentos: Librium (ou Clordiazepóxido), Valium (ou Diazepam), Rivotril (ou Clonazepam) e Lorax (ou Lorazepam).

O paraldeído é igualmente um liquido incolor. Porém tem cheiro forte e gosto desagradável o que torna seu consumo exagerado bastante raro. Mas, não são descartadas as superdosagens.  Como é um hipnótico eficaz e rápido, um poderoso anticonvulsivante e limitante da ação motora nas convulsões é utilizado no tratamento de epiléticos e na abstinência de álcool e de barbitúricos em usuários em recuperação. No entanto, em caso de superdosagens (acidentais ou não) pode causar uma diminuição das funções do sistema nervos central, respiração ofegante, acidose, gastrite hemorrágica, hepatite tóxica, nefrite e edema pulmonar. Na abstinência desta substância causa tremores, delírios e alucinações.

Os brometos são utilizados como componente dos sedativos e diuréticos. Causam dependência também. Sinais de intoxicação por brometo é comum. Em superdosagens pode aparecer vermelhidão na pele, diminuição das funções do SNC, delírios e/ou alucinações. Não é uma substancia menos perigosa que as anteriores e todo medicamento que a contém deve ser ingerido com moderação.

Os barbitúricos foram utilizados por muito tempo no tratamento da insônia. Deixou de ser utilizado após a substituição pelos não barbitúricos, por mortes por ingestão acidental e pelo uso em homicídios e suicídios. Mas ainda é um potente anticonvulsivante e está presente na anestesia geral. Os barbitúricos são obtidos por uma mistura condensada de derivados do ácido malônico e da uréia e ainda existem presentes em medicamentos como o Amytal, Veronal, Butiso, Gardenal, Luminal, Evipal, Mebaral e outros.

Atua diretamente no SNC como sedativo e anestésico cirúrgico. Porém, causa sonolência e relaxamento (efeito sedativo) dependendo da dose utilizada. Em superdosagens, pode levar à morte. Pode ser ingerido por via oral (drágeas), por via intramuscular e intravenosa. Os efeitos depressores aparecem entre 30 segundos a 15 minutos dependendo do barbitúrico e dose utilizada e é metabolizado pelo fígado e excretados pela urina.

A morte por barbitúrico ocorre por doses excessivas. O envenenamento grave por barbitúrico apresenta os seguintes sintomas: estado comatoso, respiração lenta podendo ser curta e rápida, baixa pressão sanguínea, baixo número de batidas cardíacas, pulso fraco, pupilas aumentadas e reativas a luz, volume de urina diminuído. Aparecem a insuficiência renal e complicações pulmonares necessitando tratamento como suporte.

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mariana 30



Cola de sapateiro

 

O uso da cola de sapateiro é bastante frequente entre jovens.
A cola de sapateiro é uma droga pertencente ao grupo dos inalantes, uma vez que é utilizada dessa forma, com absorção pulmonar. Segundo pesquisa feita pelo Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas, é a quarta droga mais consumida em nosso país, depois do tabaco, álcool e maconha.

Composta por diversas substâncias, como o tolueno e n-hexana, proporciona sensações de excitação, além de alucinações auditivas e visuais que, em contrapartida, são acompanhadas de tontura, náuseas, espirros, tosse, salivação e fotofobia. Tais efeitos são bastante rápidos, levando o indivíduo a inalar novamente.

Seu uso constante desencadeia em desorientação, falta de memória, confusão mental, alucinação, perda de autocontrole, visão dupla, palidez, movimento involuntário do globo ocular, irritação das mucosas, paralisia, lesões cardíacas, pulmonares e hepáticas, dentre outros; podendo desencadear em convulsões, inconsciência, e até mesmo morte súbita. Isso acontece porque tais substâncias provocam a destruição de neurônios e nervos periféricos, além de ser consideravelmente irritantes.

Sendo facilmente encontrada, também possui baixo custo, facilitando seu uso, por exemplo, por meninos e meninas de rua e estudantes. Assim, é um sério problema de saúde pública, inclusive considerando que atos infracionais cometidos por adolescentes sob efeito desta droga são superiores aos demais.

Diante destes fatos, a ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) emitiu a Resolução RDC nº 345, de 15 de dezembro de 2005, que proíbe a comercialização de substâncias inalantes que afetam o sistema nervoso central a menores de idade. Este órgão também exige, neste documento, que as embalagens de tal produto contenham número de controle, individual e sequencial; e que o vendedor preencha, no ato da compra, os dados pessoais do comprador, com sua respectiva assinatura. Além disso, esta resolução define inscrições relacionadas à toxidade que deve conter em tais embalagens.
Por Mariana Araguaia
Graduada em Biologia
Equipe Brasil Escola
 postado por mariana 30